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SEGUNDO ENCONTRÃO DE JOVENS E ADOLESCENTES DO PSRN

Presbitério Seridó do Rio Grande do Norte

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ENCONTRÃO DE JOVENS E ADOLESCENTES DO PSRN - ACAMPAMENTO GARGALHEIRAS-ACARÍ/RN - DE 12 a 14/10/2012

 

Palestra do rev. Máximo:  NAMORO.

Textos básicos: Pv. 19:13-27; Ecl. 11:9-10; 2:1,13,14

Texto Central: “Instruirte-ei e te ensinarei o caminho que deves seguir; e, sob as minhas vistas, te darei conselho.” (Sl.32:8)

I) NAMORO

1.1. DEFINIÇÃO:

1.1.1. “Namoro, conforme se entende em nossa cultura, é um relacionamento entre pessoas de sexos diferentes, manifestação de amor, afeto e responsabilidade, visando um melhor conhecimento mútuo e ajustamento de suas personalidades, com o propósito último de uma união matrimonial”.

1.1.2. Esmiuçando a definição:

a) Namoro é um relacionamento entre pessoas de sexos diferentes;

b) Namoro é manifestação de amor, afeto e responsabilidade;

c) Namoro visa um melhor conhecimento mútuo e ajustamento de suas personalidades;

d) O propósito último do namoro é uma união matrimonial.

1.2. A IMPORTÂNCIA DAS MOTIVAÇÕES NO NAMORO

1.2.1. As motivações, ou sejam, as raízes da nossa motivação, determinam o resultado do que fazemos;

a) Muitas pessoas se queixam que seus casamentos são infelizes;

b) Onde estariam as causas dessa infelicidade?

c) Não estariam nas motivações que levaram ao casamento?

1.2.2. É de fundamental importância levar em consideração as suas motivações no namoro! Por que estou namorando com esta pessoa?

a) A sua família (namorado (a)) tem dinheiro ou projeção social?

b) Ele (a) é uma pessoa culta, inteligente?

c) O casamento para mim, seria uma maneira de me livrar da “chatice” dos meus pais?

d) Estou preso (a) a algum problema e o jeito é me casar?

1.2.3. A (o) jovem cristã (ão) tem de admitir que o seu casamento será sempre a consequência última do seu namoro.

a) Sendo assim a (o) jovem cristão deve encarar o seu namoro com seriedade. Nesse período, devem ser vistos alguns elementos:

a.1. Atração física;

a.2. Ausência ou presença de afinidade;

a.3. Gostar de estar com essa pessoa e desfrutar da sua companhia;

a.4. Sentir prazer em estar perto dele (a);

a.5. Confirmação ou não da vontade de Deus.

b) Caso estes elementos não sejam constatados, que fazer?

b.1. Você deve dar graças a Deus pela experiência e seguir em frente sem “fossa”, “depressão”, “perda de sentido” ou “desespero”.

c) A seriedade deve estar presente nos meios para se chegar ao namoro.

c.1. Deve tomar a decisão de namorar alguém não pelas pressões do ambiente: amigos, pessoas da igreja;

c.2. Deve-se evitar “apelações tais como: mostrar o que não é..., usar o corpo como meio de provocação; a sensatez é importante inclusive no uso da moda, que atualmente está voltada para o erotismo...

c.3. Deve-se evitar usar “máscaras”.

d) A seriedade deve estar presente também na honestidade de romper o namoro:

d.1. Nada de ficar preso só por causa da sociedade, família ou igreja.

1.3. A IMPORTÂNCIA DA MATURIDADE NO NAMORO

1.3.1. Maturidade na compreensão do verdadeiro lugar do sexo no namoro.

a) O carinho, o abraço, o afeto e o beijo são reais no namoro; se tal não acontece algo está errado. No entanto, a sensatez deve estar presente no cristão para, inclusive, não tornar o carinho em prelúdio para uma relação sexual;

b) Relações pré-maritais é uma violação aos padrões cristãos, e consequentemente traz o sentimento da culpa, vazio, desilusão, e acima de tudo perda de comunhão com Deus e ausência de crescimento espiritual.

b.1. Há relação bem íntima entre vida espiritual e pureza sexual.

b.2. O sexo em si mesmo não é pecaminoso, ele o é fora dos parâmetros de Deus (Pv.6:32-35; Col.3:3,6; I Tss. 4:3-8 e Heb.13:4).

1.3.2. Maturidade para enfrentar as crises normais na existência.

a.1. As crises devem ser vistas como normais na nossa existência terrena, considerando que estamos num mundo que tem a marca do pecado; possuímos uma natureza pecaminosa; existem situações fora do nosso controle; não podemos mudar as pessoas; tudo neste contexto é inseguro;

a.2. O problema maior não são as crises em si mesmas, mas nossa atitude diante delas (Rm.5:3-5; Tg.1:2-4; I Tss.5:18; Rm. 8:28).

 


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